Após ganharem oito medalhas e uma menção honrosa em dois eventos internacionais, estudantes do Ensino Médio são congratulados pela agência.
Reportagem: Valda Rocha
Na tarde da última terça-feira (17), nove estudantes do Ensino Médio, estiveram na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico Tecnológico (CNPq), em Brasília (DF). Eles conquistaram ao todo oito medalhas para o Brasil, na Olímpiada Internacional de Física e na Olimpíada Iberoamericana de Física, respectivamente.
Acompanhados pelos coordenadores da Olimpíada Brasileira de Física, os estudantes foram recebidos pelo presidente do CNPq, Marco Antônio Zago, pela vice-presidente da agência, Wrana Panizzi, e pelo diretor de Programas Horizontais e Instrumentais, José Roberto Drugowich. Antes de participarem das competições, os estudantes passaram por um treinamento no Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP) de São Carlos, sob a coordenação do Professor Doutor Euclydes Marega Júnior.
Ocorrida entre os dias 11 e 10 de julho, no México, a Olimpíada Internacional de Física, teve sua 40ª edição. Os brasileiros premiados com medalhas de prata foram André Luis M. Farias, de Pernambuco, e Ivan G. Mitoso Rocha, do Ceará. Já Leonardo P. Stédile e Illan F. Halpern, ambos de São Paulo, conquistaram o bronze. Márcio A. de Paiva Filho, do Rio Grande do Norte, foi agraciado com menção honrosa.
Em sua 14ª edição a Olimpíada Iberoamericana de Física aconteceu entre 27 de setembro e 03 de outubro, em Santiago, capital do Chile. De lá, Rodrigo Rolim M. de Alencar, do Ceará, trouxe a medalha de ouro. Caio A. Oyama e Luana Benedetto de Assis, ambos de São Paulo e Pedro Ricardo P. Távora, do Ceará, ganharam a prata.
O Brasil começou a competir na Olimpíada Iberoamericana de Física em 2000. Durante os dez anos de participação, o país conquistou cinco competições. A Olimpíada Brasileira, programa da Sociedade Brasileira de Física, tem como participantes estudantes da última série do ensino fundamental, tanto de escolas públicas como particulares. Atualmente, todos os Estados participam e o projeto conta com o apoio do CNPq.




